sábado, 17 de julho de 2010

THE HOLE IS DEEPER THAN YOU THINK

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ATENÇÃO: Para produzir este post, baseei-me em artigos contidos na Wikipedias lusitana e britânica, referentes ao projetos comentados logo abaixo. As fotos exibidas possuem como origem artigos da wikipedia referentes aos assuntos aos quais estão vinculados.
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Bom dia (caso seja), boa tarde (se for), boa noite (sendo), amigos leitores! Após uma “temporada” de festas (que ainda estão acontecendo) vamos abordar aqui mais um tema interessante, e, desta vez, não é baseado numa notícia (como foram os outros), mas sim no fato: faz mais de cinquenta anos que os Estados Unidos dominam o mundo. Apesar de ser uma frase, ainda que indiretamente, incutida em nossas cabeças, o “meio” de dominação que comentarei hoje não será aquele clássico ao qual estamos submetidos, mas que também nem percebemos muitas vez (o cultural), porém o comportamental. Ao ler este último objetivo, você pode pensar: não seria mesma coisa que o cultural, uma vez que os “costumes” estadunidenses também influenciam nosso comportamento? Bem, já tentaram traduzir o título da postagem? Não? Então, vou dizer: em linhas gerais, significa o buraco é mais embaixo, ou seja, a maior potência econômica do mundo, além de saber TUDO o que você faz desde o abrir dos alhos ao acordar até o fechar dos olhos quando se adormece, vigia-te continuamente. Poderíamos perguntar (ou não): mas como isso é possível? Resposta: lembra-se de uma frase de Shakespeare que eu postei anteriormente no blog? Pois é, ás vezes o governo “a leva a sério”. Prova disso é todo um acervo de projetos que eles possuem cujo nível de secretividade deixa o “top secret” chupando o dedo. E digo mais: apesar de alguns deles terem sido “divulgados” ao público (até nas wikipedias da vida dá para encontrar alguns), todos não passam da ponta do iceberg e, a meu ver, foram contados ainda muito superficialmente. Vamos falar de alguns, só para nos situarmos nessa história:

ECHELON

Peguemos o seguinte trecho já escrito neste post: “além de saber TUDO o que você faz desde o abrir dos alhos ao acordar até o fechar dos olhos quando se adormece”. Falando resumidamente, este é o objetivo geral do Echelon, que é um projeto criado pela NSA nos anos 80 que, segundo alguns, funciona até hoje. Diversas agências governamentais de diversos países contribuiram para sua construção, permitindo-o, dessa forma, um alcance mundial. As fotos ao lado são supostas antenas usadas pelo projeto para cumprir suas “metas”. Afirma-se que outro objetivo destinado pelo projeto aponta-se para a área de segurança (interceptar, por exemplo, mensagens transmitidas entre terroristas). Apesar disso, a hipótese de utilizá-lo em espionagem industrial não pode ser descartar (já houve até processo sobre isso).

HAARP

Projeto encabeçado pelo trio Força Aérea Americana<->Marinha Americana<->Universidade do Alaska, o HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) tem como “propósito oficial” entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância. “Detalhe oculto”: alega-se que o mesmo também seria utilizado para controlar o clima mundial (pois é, até eu achei estranho). Neste caso, façamos a seguinte reflexão: por que controlar o clima mundia? Um dos motivos poderia ser este: concorrência econômica. Se há um detalhe que é pouco notado (ou não) ao estudar a economia mundial, é a clássica situação de que a maioria dos países do hemisfério sul são caracterizados pelas suas excelentes condições naturais, tais como o clima, o qual proporciona a produção, por ex, de gêneros alimentícios com uma certa “facilidade” a qual não se vê em países do hemisfério norte. Ter o controle deste elemento ambiental provocaria (e muito) mudanças nas condições locais de diversas regiões, afetando profundamente, de um certo modo, as economias locais. Em virtude do fato de vivermos, hoje, num estágio de concorrência elevadíssimo, o “vale tudo por dinheiro” mostra-se cada vez mais entre nós.


BLACK PROJECTS

Peguemos outro trecho desta postagem: “Prova disso é todo um acervo de projetos que eles possuem cujo nível de secretividade deixa o “top secret” chupando o dedo”. “Sem passar nem faltar”, os Black Projects (projetos negros, em tradução literal), são projetos criados pelas forças armadas. Apesar de serem tipicamente norte-americanos, alguns deles também são idealizados e executados em outros países, como o Reino Unido. Exemplos clássicos de black projects são, dentre outros, os de aviões, como o F-117 Nighthawk e o B-2 Spirit, “eternizados” por, diversas vezes, terem sido “confundidos” com naves extraterrestres, tamanho o segredo. Há um episódio da série Caçadores de Ovnis que chega a falar um pouco sobre estes projetos. Além disso, é possível encontrar outros documentários sobre o assunto.



Geralmente, na opinião pública, há aqueles que afirmam uma possível associação entre essas e outras histórias com a teoria da conspiração, acabando, em certos casos, em “classificar” tais histórias como falsas. Recentemente, no entanto, pude ler o seguinte tópico, num fórum de discussão sobre o Internet Kill Switch (também comentado neste blog):

Seria bom se toda a Internet fosse inteiramente criptografada, pois aquele papo do Echelon não é conversinha de conspiracionista maluco. Por isso uso sempre o Jabber para transferir documentos pessoais e de negócios com meus amigos, usando o Tor junto. Um caso muito interessante, sou sunita mas não tão assim como outros, usava o aMSN para falar com meus amigos, alguns aqui são conspiracionistas também, e quando digitava palavras como HAARP, 11/9, World Trade Center, Bomba, Echelon, Chemtrails, Alquimia (isso mesmo), o mensageiro dava erros dizendo que a mensagem não foi enviada, e algumas vezes caia o serviço, e também se repetia com Emesene, Pidgin, Kopete e outros. Já quando usava o serviço do M$N com o Tor ativado e usando o Plugin de criptografia do Pidgin, nunca acontecia estes erros. Depois disto só uso o M$N para conversar assuntos comuns, coisas fora disto uso apenas Jabber com criptografia ativada. (⊹ ␢ɾαɪɳ℉ɪɾє℟, postado no seguinte link:http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgscmm=19968&tid=5493394949866298614&kw=Internet+Kill+Switch&na=3&nst=11&nid=19968-5493394949866298614-5493472964040412633).
Contra fatos não há argumentos (ou sim), mas, a partir daqui, é com você. Para finalizar, relembro uma frase um tanto quanto famosa: “cuidado de D-us está vendo”. Dessa vez, não é só Ele.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pay Day II


Bom dia (caso seja), boa tarde (se for), boa noite (sendo), amigos leitores! E lá vou eu cumprindo mais uma promessa feita no twitter (talvez eu deva parar com isso [ou não]). E para situar você na situação, vamos à notícia base: o Jornal do Brasil, há mais de 119 anos em circulação, deixou de ter a versão impressa, possuindo, portanto, apenas a versão digital. Quando o Olhar Digital (fonte da notícia) a publicou via twitter, colocou assim: “Mais um que se vai”. Ou seja: este não é o primeiro (nem o último [veremos depois porquê]) a fazer isso. Ao saber do fato à primeira vista, alguém pode tomar, ainda que pequeno, um susto, mas devemos entender o seguinte: trata-se de um fenômeno que começou há pouco e cuja tendência é continuar (ou não, pela sua “polêmica” [veremos também o porquê]). Até meados da década de noventa, a comunicação era feita praticamente através da fala, do rádio, da televisão e em papel. Em relação a este último, afirma-se que ficara eternizado pelo seu uso na publicação de revistas, jornais, alguns anúncios etc. Sua dependência sempre fora evidente e, muitas vezes, total, e sua utilização, quase tão comum quanto comprar pão na padaria. Paralelo a isso, as redes de computadores estavam sendo desenvolvidas em grandes centros universitários, sendo seu uso, na época, restrito a tais lugares. A partir do “lançamento da internet ao público” (simbolizado pela criação do www), a internet (maior rede de computadores existente), chegava as massas, e, ainda timidamente, começa a definir seu nome na boca do povo. O tempo passou, a internet ficou mais poderosa, mais popular e embutiu em nós uma dependência tão grande quanto a do papel no passado. A consequência disso é que vivemos, hoje, na era da informação, do encurtamento das distâncias, entre outras “qualidades” mais que podemos apontar a estes “tempos modernos”. Pois bem, passamos cada vez mais tempo na internet, vendo de tudo, de todas as relevâncias. O efeito disso: EM CERTOS CASOS, estamos passando cada vez menos tempo em frente a um... papel (seja livro, revista etc.)! Queiramos ou não, jornais, revistas, editoras etc. Também são empresas e, além do lucro, precisam de público leitor, pois através dele dá para atingir um outro lucro: o “de influência” (ou algo assim, vulgo fama). O resultado disso? Notícias como a que acabamos de ver no início post, e até mesmo sua própria existência. O RSS, o termo “portal de notícias” (e sua própria existência), não surgiram do nada, são todos uma “extensão da realidade”. Além de tuuudo isso, há (ou pode existir) aqueles que defendem essa tendência, e alegam bastante coisa (“economia de energia”, menor derrubada de árvores [pois menos papel será gasto], dentre outras coisas).

Bem, no meio disso tudo, eu, que nasci em 92, posso dizer uma coisa: caso isso se alastre e torne-se “uma epidemia”, vai dar saudade do tempo em que se pegava uma revista e ia ler, do tempo em que folheava-se páginas de um livro, no tempo em que se pegava livros para ler, ver a capa do livro, a “arte”, as folhas... eram sensações diferentes, era algo mais “natural”, do tipo “só 'agindo' para saber”. Hoje as coisas são diferentes, mas direcionadas a visão, parece que o tato perdeu um pouco seu significado... é como eu disse: talvez as pessoas [pelo menos as mais velhas] sintam saudades desse tempo... e você, o que acha?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

NINGUÉM CONHECE NINGUÉM, COMO É BOM CONHECER ALGUÉM


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ATENÇÃO: Antes de tudo, quero deixar clara a minha convicção de que o ato cometido fora muito mais do que hediondo, e que, caso o célebre comentarista jornalístico Alborghetti (falecido em 2009) comentasse o fato, sou quase certo de que, para ele, a morte do goleiro ainda não seria o suficiente (vide este vídeo e este).
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Bom dia (caso seja), boa tarde (se for), boa noite (sendo), caros leitores. Depois de uma semana cheia de provas, trabalhos e afins, finalmente consigo tempo para voltar a escrever. Desse modo, nada como comentar um assunto bastante discutido nesses dias: o caso Bruno. Como já estamos quase cansados de ouvir (e comentar), o goleiro do Flamengo demonstrou possui uma índole maligna, beirando os índices da psicopatia, bem como da monstruosidade (para não dizer que tal malfeitor já o é). Neste momento, caros colegas, gostaria de levantar e comentar uma coisa que, de certo modo, tem ligação com o caso: o fato do atleta flamenguista ter se envolvido com a modelo. Uma possível reação ao ler o período anterior é a de que o seu autor apresentou uma certa incoerência, não? Mas vamos aos fatos: sabemos que Bruno conhecera a modelo numa orgia, não levantando, assim, bons olhos sobre a relação entre os dois [ou não]. Outro ponto a ser levantado é que a atriz em questão já tinha uma “fama” em ter namorado outros jogadores de futebol, “classificando-a”, pelo menos em teoria, como “maria-chuteira”. A partir de tais dados, já é possível perceber que, à primeira vista, o namoro, voltando a dizer, não era visto com bons olhos. Outro fato a ser considerado é que boa parte das mulheres que são/foram, ainda que temporariamente, comprometidas a um jogador de futebol, costumam engravidar-se, obrigando-o a pagar mensalmente uma pensão alimentícia a mãe do bebê (Romário que o diga). Não estou querendo dizer que a modelo tenha planejado isso, mas que, pelo menos em tese, assusta qualquer desportista. Bruno, tendo PROVAVELMENTE pensado nisso, e, aliado a sua clara inclinação para o mal, decide “resolver o problema” “o mais rápido possível”, ordenando a execução do ato. Talvez tenha sido isso, talvez não, mas a questão é a seguinte: dependendo da situação, vale a pena começar um relacionamento? Será que as partes compositoras deste possuem “compatibilidade” entre si? E, claro, SERÁ QUE DÁ CERTO? Quem sabe, se a vítima não tivesse conhecido o jogador, talvez ainda estivesse viva, fazendo o que gosta, vivendo normalmente, assim como qualquer um? E como diz uma música infantil: “Ninguém conhece ninguém, como é bom conhecer alguém”. Pois é, se ela tivesse conhecido melhor o jogador do Flamengo como pessoa, se ela tivesse a oportunidade de saber quem ele realmente é antes de começar a namorar com ele, quem sabe... Mas tudo isto que vos escrevo são apenas opiniões... elas podem estar totalmente erradas, ou totalmente certas, ou meio certas [e meio erradas]. Depende de quem o lê, como lê, e o que interpreta sobre a leitura. Para finalizar a postagem, cito a famosa frase de William Shakespeare: “Há mais mistérios no céu e na terra do que sonha nossa vã filosofia”. Um Bom dia (caso seja), boa tarde (se for), boa noite (sendo).

sábado, 3 de julho de 2010

Só quer ser o caminhão do lixo

Notícia base: http://meiobit.com/69063/internet-kill-switch-nao-e-ativo-nacional/
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Caso recorrêssemos ao dicionário informal e encontrássemos o significado para expressão do título desta postagem, encontraríamos algo assim: aquele que pensa/quer ser o mandante de tudo. Se aplicássemos isso ao contexto da notícia base, seria, assim, ou os EUA, "representado" pela figura de Lieberman. Sinto muito: só lendo a matéria para entender o que quero dizer. A internet, desde que surgiu, é uma rede, e, como tal, foi feita para ser utilizada e aproveitada. Com o passar do tempo, passou a ser um emprego da tão valiosa liberdade de expressão. Nesse sentido, o termo "dono da internet" soa estranho e, de um certo modo, inadequado, mesmo porque uma rede, pelo menos em termos técnicos, não possui donos, e sim, administradores. Uma outra ressalva a ser levantada é a seguinte: em tempos de crise, o que não falta são criticas e opiniões (o mensalão que o diga), as quais devem ser expostas, de modo que haja uma posterior tomada de decisão racional e livre de alienações. Nessa sequência, atentemo-nos, pois, ao seguinte trecho da notícia:

"Não menos estancado é um dos focos da lei, que objetiva dar ao Presidente do país autoridade suficiente para simplesmente derrubar toda a Internet se assim ele achar necessário em um estado de emergência."

Antes de tudo, vamos pensar o seguinte: o que vem a ser um estado de emergência? E que tipo de emergência é essa: natural, econômica, política? Há controvérsias (e ambiguidades). Se concentrar algo poderoso nas mãos de um só (seja pessoa, seja grupo) já nos faz recuar o pé, a justificativa usada para isso "dá uma ré maior ainda". Uma pergunta em meio a tudo isso: o que a internet tem a ver com estado de emergência, a não ser publicar opiniões e mais opiniões? Se for algo relativo a desastres naturais, nem adianta, pois sempre haverá alternativas. Além disso (corrijam-me se estiver errado), ainda não foi registrado nenhum ataque cibernético em nível mundial. Cuidado: eu disse mundial, e não nacional. Desse modo, volto a dizer (e, novamente, corrjam-se caso houver equívocos): a atitude em pauta mostrou-se altamente imperialista, e, como disse no twitter, com traços absolutistas, sendo isso algo que devemos tomar cuidado, pois afeta nossa liberdade de expressão. Fica, assim, a torcida para que o projeto não seja homologado e que um ato um tanto egoísta (ou não) e, de um certo modo, aterrador como esse não se repita.

Nestes argumentos todos, lanço uma reflexão: estando nós, brasileiros, em ano de eleição, devemos pensar quantas vezes forem necessárias antes de escolher o candidato digno de nosso voto, uma vez que este, quando eleito, assim como Lieberman, também montará projetos (não como esse, assim espero), assim como todo político faz, refletindo seus desejos para o país. Portanto, caros leitores, escolhamos com sabedoria, de modo a evitar coisas assim no Brasil.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

SBPC - Você vai?

Bom dia (caso seja), boa tarde (se for), boa noite (sendo), caros leitores. A expectativa para hoje seria comentar a expulsão brasileira da copa do mundo, não? Pois é, se não fosse aquele gol contra, ainda teríamos uma chance no mundial. Porém, para falar a verdade, não é sobre isso que venho falar hoje, e sim a respeito de um evento, o qual acontecerá em terras nacionais, importante não só para o jovem universitário, mas também para o pré: trata-se da SPBC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Pergunta: tem certeza que é um evento? Esta sigla não está mais para um grupo não? Bem, apesar de constituir-se num grupo, a SBPC também é um evento, e digo mais, o maior na tipologia “pesquisa científica” do país. Basta dar uma olhada no site para certificar-se disso: haverão palestras das mais variadas áreas, exposições formidáveis e, muitas outras coisas bem interessantes. Quando se fala em acontecimentos como este, a primeira coisa que chega à nossa massa encefálica é que ocorreram em grandes centros do conhecimento, e, com frequência, nas regiões Sudeste/Sul (apesar de Norte e Nordeste também abrangerem exposições de renome). Esse ano será diferente: a SPBC será na UFRN, em Natal. Isso mesmo, no Rio Grande do Norte. Então, jovem potiguar, caso tenha a oportunidade de comparecer por lá e apreciar, não a perca, aproveite. Diante disso, muitos de nós, vestibulandos, sonhando entrar numa faculdade, podemos pensar: e o que eu tenho a ver com isso? Eu não faço pesquisa, para que assistir? Meu caro, em tempos de vestibular, há uma decisão que gera dúvida em muitos até o momento de inscrição para a prova, causando muitas vezes uma certa “ingenuidade” do estudante ao entrar na universidade: para qual curso tentar? A SBPC, neste sentido, mostra-se uma boa aliada para tal tomada de decisão, uma vez que, diante da enorme diversidade de amostras de trabalhos, advindos das mais variadas área, surja, quem sabe, alguma que lance um interesse especial para o aluno, que lance curiosidade, vontade de saber mais, identificação, e, assim, que acabe com uma dúvida tão terrível. Desse modo, caro espectador, você, que conseguiu chegar até aqui, e quiser/puder participar, nem que seja ao estilo do impostor (Pânico na TV), agarre a chance, e com força. Tem tudo (ou quase tudo) no site. E para aqueles que não puderem participar, logo após o evento, é publicado os anais (cuidado com a malícia) do evento, nos quais é possível dar uma olhada nos trabalhos apresentados. A partir de agora, só tenho uma coisa a dizer: [b]você é quem sabe. Um Bom dia (caso seja), boa tarde (se for), boa noite (sendo).

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Boas Vindas

Olá pessoal!

Em comemoração aos cem tweets do meu twitter, lanço este blog, com o mesmo propósito do micro: comentar tudo o que está acontecendo de bom (ou não) pelo mundo, e, desta vez, com muito mais do que cento e quarenta caracteres. Desejo a todos um bom acompanhamento e um conselho: comentem a vontade, quando quiserem e como quiserem. Bem-vindos ao Blog do Inácio Medeiros.